Por entre as sombras em comum,
o mundo em que vivemos,
onde não há sentido algum,
espera que nos libertemos...
Pois a tempestade pode vir,
as ondas derrubarem o mar,
as conchas não vão desistir,
continuam a lutar.
E mesmo que as nuvens negras cubram o céu,
e os trovões me assustem...
...eu sei que o sol sol ainda brilha em mim,
e não vou temer expor os raios...
A vida chama à liberdade,
à grande batalha, ao ideal.
E somente a verdade,
irá dizer se é real...
...o propósito.
Vamos por as muralhas no chão,
e mostrar como se faz,
indicar as falhas, sem perdão,
e construir, de novo, a paz...
A.Z. (20/02/2003)
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